Repatrie seus Recursos do Exterior com Segurança Jurídica e Eficiência Tributária
Trazer capital estrangeiro para o Brasil exige mais do que uma simples transferência bancária. Sem a documentação correta de origem (Lastro), seu dinheiro pode ser bloqueado pelo banco ou tributado excessivamente pela Receita Federal.
Realizamos o planejamento completo da Repatriação de Recursos, desde a elaboração dos contratos para o fechamento de câmbio até o enquadramento fiscal correto para otimizar sua carga tributária.
Por que o banco trava seu dinheiro?
Ao receber uma remessa internacional acima de certos valores (geralmente USD 10k+ ou transações atípicas), o banco brasileiro é obrigado por normas de Compliance e Prevenção à Lavagem de Dinheiro a exigir o Lastro Documental.
Se você não tiver os documentos que provam a origem e a natureza do recurso (ex: Balanço da Offshore, Contrato de Mútuo, Venda de Imóvel), o dinheiro volta para a origem ou fica congelado.
Nós construímos esse dossiê de lastro para você.
1. Devolução de Capital (Principal)
Se você está trazendo de volta o valor que investiu originalmente.
Impacto: Em muitos casos, é isento de Imposto de Renda, pois é apenas o retorno do seu próprio dinheiro. Exige alteração contábil na empresa de origem.
2. Distribuição de Dividendos/Lucros
Se você está trazendo o rendimento gerado lá fora.
Impacto: Com a nova lei, se os lucros já foram tributados no regime de transparência anual (15%), a repatriação pode ser isenta. Se forem lucros acumulados antigos, existe uma estratégia específica. Nós calculamos o cenário mais barato.
3. Contrato de Mútuo (Empréstimo)
Sua empresa offshore empresta dinheiro para você pessoa física no Brasil.
Impacto: Não gera imposto na entrada (apenas IOF), mas exige contrato formal e pagamento de juros futuros.
Inteligência Fiscal na Repatriação
Não pague imposto a mais por erro de classificação.
Dependendo de como o dinheiro volta, a tributação muda drasticamente. A CRH Advisory analisa seu caso à luz da nova Lei 14.754 (Lei das Offshores) para definir a melhor estratégia:
Liberação de Recursos em 4 Passos
- Análise da Origem: Verificamos de onde vem o dinheiro (Conta PF, Offshore, Venda de Ativo) e o montante.
- Engenharia Societária: Preparamos os documentos necessários (Ata de Distribuição de Dividendos, Redução de Capital ou Contrato de Empréstimo).
- Assessoria Cambial: Falamos a língua da mesa de câmbio do seu banco (ou indicamos corretoras parceiras com melhores taxas) para aprovar o lastro antes da remessa.
- Registro Fiscal: Orientamos como declarar essa entrada no IRPF e DCBE para fechar o ciclo de compliance.
Evite a Malha Fina na Chegada
Grandes movimentações financeiras internacionais acionam alertas automáticos no COAF e na Receita Federal.
A repatriação feita pela CRH Advisory é desenhada por Contadores e Advogados Tributaristas. Entregamos não apenas o dinheiro na conta, mas a certeza de que a operação é auditável e defensável juridicamente.
Perguntas Frequentes
Depende da natureza do recurso. Devolução de capital investido em Reais geralmente é isenta (exige controle de custo histórico). Lucros novos já tributados anualmente (15%) também entram isentos. Ganhos cambiais ou rendimentos não tributados podem sofrer incidência de até 27,5% se mal classificados.
Não existe limite legal, desde que a origem seja lícita e comprovada. Porém, quanto maior o valor, maior a exigência de documentação por parte do banco (Compliance).
Para offshores, elaboramos os Financial Statements (Demonstrações Financeiras) assinados por contador competente, que na maioria dos casos satisfazem a exigência bancária de lastro para distribuição de lucros.
Cuidado. A venda de cripto no Brasil para transformar em Reais gera ganho de capital (15% a 22,5%) e rastreio pela Instrução Normativa 1888 da Receita. Muitas vezes, repatriar via canal bancário oficial com a estratégia correta de "Devolução de Capital" sai mais barato e seguro do que a rota cripto.