O Custo do Inventário:
No Brasil, o processo de sucessão pode consumir até 20% do patrimônio em impostos (ITCMD), advogados e custas. Muitas famílias são forçadas a vender terras ou gado às pressas apenas para pagar essas taxas.
Soluções por perfil
Não permita que processos trabalhistas, instabilidade jurídica ou um inventário custoso ameacem gerações de trabalho no campo.
Estruturamos sua Holding Patrimonial Internacional para blindar os lucros do Agronegócio em moeda forte (Dólar) e organizar a sucessão familiar. Tudo com a segurança técnica de uma assessoria jurídica e contábil integrada, especializada em famílias do Agro.
Por que CRH Advisory
Em resumo
É uma Holding Patrimonial Internacional, em jurisdição segura como EUA ou BVI, usada para manter os lucros do agronegócio em dólar e organizar a sucessão familiar. A estrutura trata do patrimônio financeiro; a terra segue em holding rural brasileira.
São três riscos. A sucessão pode consumir até 20% do patrimônio em impostos, advogados e custas; passivos trabalhistas, ambientais e fundiários podem bloquear contas e bens na pessoa física; e o lucro da safra parado em real perde poder de compra.
Você sabe como é difícil produzir. Mas manter o que conquistou é ainda mais desafiador.
No Brasil, o processo de sucessão pode consumir até 20% do patrimônio em impostos (ITCMD), advogados e custas. Muitas famílias são forçadas a vender terras ou gado às pressas apenas para pagar essas taxas.
O produtor rural é alvo constante de passivos trabalhistas, ambientais e disputas fundiárias que podem bloquear contas e bens na Pessoa Física.
Deixar o lucro da safra parado em Real é ver seu poder de compra de máquinas e insumos (dolarizados) derreter a cada ano.
A estratégia é constituir uma holding offshore, em jurisdição segura como EUA ou BVI, para receber e manter a liquidez da safra em moeda forte. A sucessão segue regras societárias, e a empresa facilita a importação direta de peças e insumos.


Que deseja dividir o patrimônio financeiro de forma justa entre herdeiros que trabalham na terra e herdeiros que moram na cidade, evitando brigas futuras.
Que recebe em Dólar e quer manter esse recurso lá fora legalmente, pagando menos impostos sobre a variação cambial e reinvestindo em ativos globais.
Que precisam de uma camada extra de proteção jurídica (Asset Protection) contra riscos operacionais da atividade agrícola (clima, quebras, processos).
Muitos produtores temem a “burocracia” de ter empresa fora. Nós simplificamos tudo.
Processo Ágil e Seguro:
Cuidado. A legislação brasileira impõe restrições severas para estrangeiros (ou empresas estrangeiras) serem donos de terras rurais no Brasil. A estratégia correta geralmente envolve manter a terra na Holding Rural Brasileira e usar a Offshore para proteger o Dinheiro (Liquidez) e Investimentos Financeiros. Nós desenhamos essa arquitetura híbrida para você.
Sim, para receitas de exportação é possível manter parcela dos recursos no exterior, respeitando as regras cambiais do Brasil. Orientamos como fazer essa "exportação financeira" com total legalidade.
Sim, drasticamente. A parte do patrimônio que estiver na Offshore não entra no inventário brasileiro (se bem estruturada). Isso significa liquidez imediata para a família pagar as custas do inventário das terras no Brasil, sem precisar vender gado ou se endividar.
O custo é irrisório comparado ao valor de uma saca de soja ou arroba de boi que você perde em impostos e desvalorização do Real. Agende um diagnóstico para ver os custos na ponta do lápis.
Não. O produtor rural abre a empresa no exterior sem viajar: o atendimento é 100% remoto, por videoconferência, e os documentos são assinados de forma digital, da fazenda ou do escritório. O trabalho tem três momentos. No primeiro, a equipe analisa o patrimônio da família e separa o que pode ir para a estrutura internacional, que é o patrimônio financeiro, do que deve ficar no Brasil, que é a terra, mantida em holding rural brasileira. No segundo, a empresa é constituída em uma jurisdição como os Estados Unidos ou BVI, com as regras de sucessão escritas no contrato. No terceiro, cada valor enviado é declarado no Imposto de Renda e ao Banco Central. No Brasil, o lucro da empresa controlada que se enquadra no art. 5º da Lei 14.754/2023 é tributado em 15%, em 31 de dezembro de cada ano, e a declaração anual ao Banco Central é obrigatória para quem tem US$ 1 milhão ou mais em bens no exterior (2025).
Manter todo o patrimônio do agronegócio no Brasil expõe o produtor a três riscos. O processo de sucessão pode consumir até 20% do patrimônio em impostos, advogados e custas; passivos trabalhistas, ambientais e disputas fundiárias podem bloquear contas e bens na pessoa física; e o lucro da safra parado em real perde poder de compra diante de máquinas e insumos dolarizados. A resposta é uma empresa offshore, uma holding em jurisdição segura como Estados Unidos ou BVI, que recebe e mantém a liquidez da safra em moeda forte. Com regras societárias específicas (JTWROS), o patrimônio líquido da offshore passa automaticamente para filhos e cônjuge em caso de falecimento, e a empresa no exterior facilita a importação direta de peças e insumos. A fazenda fica fora: a legislação brasileira restringe a propriedade de terras rurais por empresas estrangeiras. Cada valor enviado é declarado no Imposto de Renda e no Banco Central (DCBE).

Não deixe o futuro da sua família desprotegido. Agende uma conversa com nossa especialista e blinde seu patrimônio.
Preencha e a equipe da CRH Advisory retorna em até um dia útil. Você também pode falar pelo WhatsApp ou ligar para (11) 99367-9692.